Proposta prevê ajuda de R$ 1,20 por litro ao combustível importado e depende de adesão dos estados até segunda-feira
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| Foto: Comsefaz |
O Governo Federal debateu, nesta sexta-feira (27), com representantes dos estados uma proposta nacional para conter a alta no preço do diesel no Brasil. A discussão ocorreu durante a 200ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), realizada em São Paulo.
A principal medida em análise prevê a concessão de uma subvenção aos importadores de diesel no valor de R$ 1,20 por litro até o fim do mês de maio. Desse total, R$ 0,60 seriam custeados pela União e os outros R$ 0,60 pelos estados, em uma tentativa conjunta de reduzir o impacto do aumento do petróleo no mercado interno.
O Governo Federal foi representado nas discussões pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, e pelo secretário da Receita Federal, Robson Barreirinhas, que conduziram as tratativas com os representantes estaduais.
Pelo Piauí, o secretário da Fazenda, Emílio Júnior, manifestou apoio à proposta e destacou a importância da cooperação entre os entes federativos para enfrentar o cenário de alta dos combustíveis.
“É uma iniciativa que pede a união de esforços entre o Governo Federal e os estados para mitigar os impactos da alta do petróleo sobre a economia brasileira. A expectativa é que essa medida tenha reflexo direto no preço final ao consumidor, preservando o poder de compra da população”, afirmou.
Segundo ele, o posicionamento do estado já havia sido sinalizado anteriormente pelo governador Rafael Fonteles, que também se mostrou favorável à medida.
A proposta ainda depende da adesão formal das unidades federativas. Os estados que ainda não se posicionaram têm até a próxima segunda-feira (30) para apresentar parecer final sobre a participação no programa.
Caso seja implementada, a iniciativa busca reduzir o custo do diesel no país, especialmente diante das oscilações do mercado internacional, e evitar impactos mais amplos sobre o transporte, a produção e o preço de bens essenciais.
Fonte: Cidade Verde
