Check-in digital passa a ser obrigatório em hospedagens a partir desta segunda-feira

Hotéis, pousadas e hostels devem aderir à Ficha Nacional de Registro de Hóspedes Digital, que promete mais agilidade e menos burocracia

Foto: Roberto Castro/Mtur

Estabelecimentos de hospedagem em todo o Brasil, como hotéis, pousadas, hostels e similares, têm até esta segunda-feira (20) para se adequar ao novo sistema de check-in digital adotado pelo Governo Federal. A medida integra a implantação da Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) Digital, que substituirá definitivamente os antigos formulários em papel.

A modernização começou a ser implementada de forma gradual pelo Ministério do Turismo em novembro de 2025 e agora entra em fase obrigatória para o setor. A proposta é simplificar o processo de recepção, acelerar o atendimento aos viajantes e reduzir custos operacionais das empresas.

Com a nova plataforma, turistas poderão preencher seus dados antecipadamente utilizando a conta gov.br. O cadastro pode ser concluído em poucos segundos por meio de QR Code disponibilizado pelo hotel, link enviado ao hóspede ou equipamento fornecido pelo próprio estabelecimento.

De acordo com o Ministério do Turismo, a digitalização busca tornar a experiência mais prática tanto para hóspedes quanto para empreendedores, eliminando etapas manuais e diminuindo filas no momento da chegada.

No caso de visitantes estrangeiros, não será necessário possuir conta gov.br para utilizar o sistema. Já para menores de 18 anos ou pessoas incapazes, sejam brasileiros ou estrangeiros, o registro deverá ser vinculado à ficha do responsável legal.

O governo informa ainda que a iniciativa está prevista na nova Lei Geral do Turismo, sancionada em 2025, e segue as normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), garantindo segurança no tratamento das informações pessoais.

Para facilitar a adaptação do setor, o Ministério do Turismo promoveu ações de orientação e disponibilizou materiais explicativos, incluindo vídeos com o passo a passo para adesão à plataforma. 

As orientações do ministério podem ser vistas aqui.


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