Ex-governador de Minas Gerais aposta em Joaquim Barbosa como possível vice e afirma que debates serão decisivos para crescer nas pesquisas
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| Foto: Redes sociais/Partido Novo |
O Partido Novo oficializou a candidatura do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, à Presidência da República nas eleições de outubro. Paralelamente à definição da chapa, a legenda segue negociando alianças nacionais com outras siglas para fortalecer sua participação na disputa eleitoral.
Entre as possibilidades para compor a chapa majoritária, Zema demonstrou interesse em ter como candidato a vice-presidente o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, atualmente filiado ao Democracia Cristã (DC). Embora o partido não possua representação no Congresso Nacional — o que impede a ampliação do tempo de propaganda eleitoral em rádio e televisão —, o ex-governador destacou o prestígio e a trajetória do magistrado.
Segundo Zema, Joaquim Barbosa construiu uma carreira marcada pela integridade e pelo combate à corrupção, lembrando sua atuação como relator do processo do mensalão no STF.
"Joaquim Barbosa não teve esses contratos milionários que vemos hoje. Uma pauta dele é o combate à corrupção. Tive uma conversa muito breve com ele, teremos outra conversa com ele e não tem nada definido", afirmou.
Ao comentar o desempenho nas pesquisas de intenção de voto, em que aparece com menos de 5%, o candidato minimizou os números e afirmou que o cenário ainda deve sofrer mudanças até o período eleitoral. Para Zema, muitos eleitores definem seu voto apenas na reta final da campanha.
O candidato também ressaltou que os debates entre os presidenciáveis terão papel importante para apresentar suas propostas ao eleitorado e ampliar sua visibilidade durante a disputa presidencial.
Fonte: Agência Brasil
